A
promotora de Justiça da comarca de Caiapônia, Dra Terezinha de Jesus Paula Sousa, protocolou no ultimo dia 03 de Dezembro junto a vara da fazenda pública de respectiva comarca, uma ação civil pública
por atos de improbidade administrativa contra o prefeito de Caiapônia e mais 15 (quinze), pessoas entre vereadores, ex- vereadores e servidores do legislativo municipal.
Na ação a promotora pede a condenação do atual prefeito de Caiapônia, Argemiro Rodrigues dos Santos Netos, por ter cometido atos de improbidade administrativa enquanto exercia o cargo de Vereador e era presidente da Câmara Municipal, a ele é atribuída a conduta de mal uso do dinheiro público, recebendo e autorizando a realização de pagamentos excessivos de diárias aos vereadores, por viagem para Goiânia, Brasilia e outras cidades que em muitos casos não correspondiam ás necessidades local.
Segundo Terezinha, os gastos com diárias com os 9 vereadores de Caiapônia, entre os anos de 2007 a 2012, foram maiores do que o município de Goiânia gastou com seus 35 legisladores no mesmo período, ressalta ainda que ouve um grande aumento desse tipo de despesas, quando o prefeito Argemiro, na época vereador, assumiu a presidência do poder legislativo caiaponiense.
Além do prefeito Argemiro Rodrigues dos Santos Netos (enquanto vereador), figurão no polo passivo da mesma ação, os ex-vereadores: Adão Nazir Martins Silva, Alessandra Rodrigues da Silva, Antônio Silva Xaves, Antônio Victor Gonçalves Benjamim, Caio de Sousa Pereira Lima, Heber Martins Silva, Marlene de França Araújo Borges, Necivaldo Ferreira de Sousa e Zacarias Pereira da Silva.
Os vereadores: José Bernardes de Oliveira, Marcondes Ferreira Primo e Walério Rodrigues dos Santos.
Os Funcionários Legislativos: João Batista da Silva e José Barros Filhos.
Veja quanto cada um teria recebido:
Dos pedidos:
O Ministério Público pedi na referida ação: que a mesma seja julgada totalmente procedente para a condenação dos réus, por atos de improbidade administrativa que importam em enriquecimento ilícito, a perda da função pública, a perda dos direitos políticos além da devolução dos valores recebidos indevidamente entre outros.
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Fonte: Da redação
