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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Policiais vão receber 200 reais por cada arma de fogo ilegal apreendida em Goiás

Intenção é diminuir crimes com morte no Estado. Simulacros não serão considerados

Ao microfone, Joaquim Mesquita apresenta Goiás Mais
Seguro. Armamento será encaminhado para destruição
Policiais civis, militares, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Técnico-Científica vão receber uma quantia em dinheiro por cada arma de fogo irregular apreendida durante o expediente. O valor de R$ 200 será individual ou por equipe, com limite de R$ 1 mil por profissional por mês. O programa de pagamento de bonificação foi lançado pela Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP) nesta segunda-feira (10/2).

Denominada Goiás Mais Seguro, a intenção é diminuir os casos de criminalidade com o uso desse tipo de armamento. Ao lado do diretor-geral da Polícia Civil, João Carlos Gorski, o secretário Joaquim Mesquita disse que o objetivo é reduzir a criminalidade. "O pagamento da gratificação é um estímulo aos operadores da SSP.” A apreensão de simulacros não será considerada pela secretaria.

Em entrevista, ele ressaltou que o objetivo é combater, principalmente, os crimes com mortes. "As armas ilegais apreendidas serão encaminhadas ao Judiciário para serem devidamente destruídas", explicou Mesquita.

No ano passado foram apreendidas 3.238 armas de fogo. Esse balanço registra uma alta de 25% se comparado ao de 2012, quando mais de 2.600 saíram de circulação. 

Fonte: Jornal Opção

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Doze presos serram grades de celas e fogem de presídio em Jataí, GO

Secretaria diz que detentos conseguiram sair pelo pátio do banho de sol.
Polícia Militar foi acionada e realiza buscas na cidade e imediações.

Presos fugiram da Unidade Prisional na madrugada desta terça-feira (21) (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Presos fugiram da cadeia na madrugada desta
terça-feira (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Doze presos fugiram da Unidade Prisional de Jataí, no sudoeste do estado, na madrugada desta terça-feira (21). De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária e Justiça (SapeJus), os detentos serraram as grades da cela do seguro e seguiram para o pátio do banho de sol. Em seguida, conseguiram serrar as grades de proteção e fugiram.

A Polícia Militar (PM) foi acionada e realiza as buscas pelos fugitivos, que cumpriam penas por tráfico de drogas, homicídios, furtos e receptação de carga roubada. Até as 15h20 nenhum preso havia sido recapturado.

Segundo a SapeJus, uma sindicância foi aberta para apurar as circunstâncias da fuga e se houve facilitação por parte de algum funcionário do presídio.

A secretaria também informou que as obras de ampliação da penitenciária serão inciadas imediatamente para criação de mais de 86 vagas. O local também deve receber o reforço de 10 vigilantes temporários nos próximos dias.

SapeJus diz que detentos serraram as grades de proteção e fugiram (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
SapeJus diz que detentos serraram as grades de proteção e fugiram (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Fonte: G1 GO

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Anunciada criação de novo Distrito Policial e vinda de 2 delegados para Iporá

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Claiton Giovane Colodete, delegado regional, ao anunciar reforço no quadro de pessoal do policiamento civil
Melhorias para o policiamento civil em Iporá estão sendo anunciadas pelo Delegado Regional, Claiton Giovani Colodete. Depois que o governador Marconi Perillo deu posse para centenas de profissionais da área de segurança (delegados, escrivães e agentes), esses aprovados em concursos públicos estão sendo enviados aos municípios. Com isso, a carência de delegados, escrivães e agentes em municípios da região do Oeste Goiano será amenizada.

Colodete anuncia que dois novos delegados virão para Iporá para auxiliar no trabalho atualmente sobrecarregado de Ronaldo Pinto Leite. O que está se planejando é a criação de mais um Distrito Policial em Iporá. A cidade passará a ter dois. Esse segundo Distrito Policial será no Bairro Mato Grosso para atender os bairros da margem direita do Córrego Tamanduá. Nessa área será locada uma casa para funcionar como delegacia. Claiton Giovane Colodete conta que já conversou com o prefeito Danilo Gleic Alves dos Santos e este deu apoio para a locação do imóvel e cessão de servidores municipais (1 vigilante, 1 atendente e 1 para limpeza). Nessa nova Delegacia fica um dos novos delegados que virão. Um outro fica no policiamento sediado no centro, no auxílio ao trabalho do delegado Ronaldo Pinto Leite, hoje cuidando de com Genarc e Delegacia Municipal. Os nomes dos novos delegados que virão para Iporá não estão definidos. Também não estão definidos os nomes de seis novos agentes que virão e mais dois escrivães. Alguns ficam no policiamento sediado no centro e outros ficam a servir o novo distrito policial a ser criado.

Além do reforço de policiamento em Iporá, outras cidades da região receberão novos delegados. Um para cada uma das seguintes cidades sedes de Comarca: Aragarças, Caiapônia e São Luís de Montes Belos.

Cada uma destas fica com um delegado titular. É que atualmente a delegada que está atuando em Aragarças vai ser transferida. Também o de São Luís de Montes Belos. Caiapônia e Piranhas dividiam o mesmo delegado. Agora cada uma destas terá o seu titular de delegacia.

Fonte: Da redação com informações do Oeste Goiano

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

PM intensifica abordagens e operações em 2014

Comandante-geral da PM, coronel Benedito Alves, reuniu comandantes para traçar estratégias de combate à criminalidade em 2014 Foto: Eduardo Ferreira
Comandante-geral da PM reuniu comandantes para traçar estratégias de combate à criminalidade em 2014.
Foto: Eduardo Ferreira

Na primeira reunião de trabalho do ano para discutir medidas de combate à criminalidade em todo o Estado, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Silvio Benedito Alves, convocou todos os comandantes de companhias e batalhões da PM responsáveis pelo policiamento na capital.

Realizado no auditório da Secretaria de Segurança Pública, em Goiânia, nesta quinta-feira, dia 2, o encontro foi marcado por definição de estratégias e planejamento de ações. O comandante-geral da PM determinou aos comandantes das unidades, que intensifiquem as abordagens e operações em diferentes regiões e bairros de Goiânia.

Durante o encontro com oficiais, o comandante-geral defendeu também o aumento na quantidade de operações para combater o tráfico de drogas. “Precisamos fortalecer nossas ações para coibir esta e outras modalidades de crimes, realizando bloqueios e deflagrando grandes operações”, recomendou.

O coronel Silvio Alves aproveitou para ouvir propostas e sugestões que podem melhorar as ações da corporação em todo o Estado. Ele destacou ainda o expressivo número de prisões, apreensões de armas e drogas realizadas pela PM em 2013. “Comparando com 2012, todos os nossos indicadores de produtividade apresentaram crescimento”, disse.


Efetivo
Para 2014, complementando as ações direcionadas para reforçar a segurança da população, o comandante-geral da PM anunciou o reforço do trabalho preventivo nas ruas com a convocação dos 1.180 candidatos aprovados no último concurso público da Polícia Militar. O curso de formação dos candidatos aprovados começa na próxima segunda-feira, dia 6.


Fonte: Goiás Agora

domingo, 28 de julho de 2013

Goiás possui um policial para cada 375 habitantes

Efetivo policial é considerado pouco. Para Sinpol e MP, o maior problema da segurança pública em Goiás refere-se à qualidade do serviço e também à valorização dos profissionais

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Cela esvaziada no 8° DP agora é utilizada como depósito de materiais apreendidos: paliativo
Com um contingente de policiais aquém do necessário, a atuação das polícias Civil e Militar é muitas vezes questionada pela população. Adotar o padrão estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), de um policial para cada 250 habitantes, seria o mais recomendado. Por outro lado, a soma dos 3 mil policiais civis e 13 mil militares resulta em um policial a cada 375 goianos, número considerado insuficiente pelo secretário de Segurança Pública, Joaquim Mesquita.

Mesmo com a contratação iminente de 2480 militares, 1.180 efetivos e outros 1,3 mil voluntários, e 750 policiais civis, o déficit nas corporações está longe de ser resolvido, mas pode ser amenizado. “Embora estejamos fazendo de tudo, o problema só vai terminar no dia que tivermos a ajuda de anjos”, observa.

Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás (Sinpol), Silveira Alves, diz que o Estado tem o dever de resolver o problema valorizando o servidor. Mais grave, o problema da Polícia Civil ficou evidente com a divulgação dos 2.987 crimes ocorridos até 2008 que estão até hoje sem resolução por falta de pessoal para realizar as investigações. Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, João Carlos Gorski, a impressão do secretário está correta, mas ressaltou que, até janeiro de 2014, Goiás poderá contratar outros 600 policiais, somando ao todo 1,3 mil, que representa 40% do total.

Ainda segundo Gorski, o Estado possui 5,6 mil policiais, entre delegados, agentes e escrivães, mas apenas 3 mil deles estão em serviço. O reduzido contingente é uma das principais reivindicações do Sinpol, que acompanha os números e os investimentos, dado o acúmulo de casos sem solução, sobretudo até 2008.

O problema, segundo Gorski, deve ser resolvido com ajuda da Força Nacional, que vem ao Estado em meados de agosto com dez equipes de quatro policiais, entre agentes, delegados e escrivães. Ele lembra que o efetivo de 1,3 mil policiais deve se debruçar sobre os casos acumulados ocorridos até 2008. “Temos casos acumulados hoje, mas o número é muito menor que o volume de casos ocorridos até o período”, afirma.

Embora as autoridades avaliem a questão do contingente, a qualidade do serviço é preocupante, conforme o coordenador do Centro Operacional do Ministério Público (MP-GO), Vinícius Marçal. Ele divide opinião com o Sinpol, ao apontar o que considera “sucateamento da Polícia Civil, o que seria o problema fundamental da Segurança Pública, além da desvalorização da polícia civil. Escassez de recursos e no pagamento dos funcionários também são citadas.

Em entrevista no início deste mês a O HOJE, Marçal lembrou a baixa celeridade no andamento das investigações por causa de sérias deficiências estruturais. “Grande parte do efetivo fica voltado para a conclusão de casos represados, não sobrando tempo pra instaurar inquérito de crimes que não tiveram flagrante”, observou à época. Ainda segundo ele, nos últimos dez anos, o quadro de servidores foi reduzido pela metade e há vários casos de delegados que deixaram cargos.

Fonte: O Hoje